Guerra entre SP e PCC
O que o estado de São Paulo tem de diferente de Israel e Bagdá?
Tudo exceto pelos homens bomba que ainda não apareceram. Ônibus queimados, bancos metralhados e saqueados, fóruns queimados, policiais e bombeiros assassinados são realmente é um cenário de guerra.
Infelizmente temos policiais despreparados que ganham pouco e ainda por cima são assassinados a sangue frio e com a sensação de medo pairando sobre nossas cabeças.
O Senhor Governados de SP Cláudio Lembo deveria ganhar o troféu idiota do ano, pois teve a capacidade de dizer ao Fantástico que a situação estava sob controle.
Temos que colocar o Exército na rua, pois afinal nós pagamos à comida dos soldados que ficam no ócio engordando nos quartéis.
Políticos criem vergonha na cara e melhorem as leis desse país, roubem menos e construam mais presídios de segurança máxima e equipem melhor as policias.
Vou além com todo o dinheiro do mensalão poderíamos criar uma GUARDA NACIONAL de verdade e não essa coisa ridícula que nós temos.
Escrito por Oberdan Siqueira às 17h17
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Um conto corporativo!
Todos os dias, a formiga chegava cedinho ao escritório e pegava duro no trabalho. Era produtiva e feliz.
O gerente marimbondo estranhou a formiga trabalhar sem supervisão. Se ela era produtiva sem supervisão, seria ainda mais se fosse supervisionada.
E colocou uma barata, que preparava belíssimos relatórios e tinha muita experiência, como supervisora. A primeira preocupação da barata foi a de padronizar o horário de entrada e saída da formiga.
Logo, a barata precisou de uma secretária para ajudar a preparar os relatórios e contratou também uma aranha para organizar os arquivos e controlar as ligações telefônicas.
O marimbondo ficou encantado com os relatórios da barata e pediu também gráficos com indicadores e análise das tendências que eram mostradas em reuniões.
A barata, então, contratou uma mosca, e comprou um computador com impressora colorida. Logo, a formiga produtiva e feliz, começou a se lamentar de toda aquela movimentação de papéis e reuniões!
O marimbondo concluiu que era o momento de criar a função de gestor para a área onde a formiga produtiva e feliz, trabalhava. O cargo foi dado a uma cigarra, que mandou colocar carpete no seu escritório e comprar uma cadeira especial. A nova gestora cigarra logo precisou de um computador e de uma assistente (sua assistente na empresa anterior) para ajudá-la a preparar um plano estratégico de melhorias e um controle do orçamento para a área onde trabalhava a formiga, que já não cantarolava mais e cada dia se tornava mais chateada.
A cigarra, então, convenceu o gerente marimbondo, que era preciso fazer um estudo de clima. Mas, o marimbondo, ao rever as cifras, se deu conta de que a unidade na qual a formiga trabalhava já não rendia como antes e contratou a coruja, uma prestigiada consultora, muito famosa, para que fizesse um diagnóstico da situação.
A coruja permaneceu três meses nos escritórios e emitiu um volumoso relatório, com vários volumes que concluía : "há muita gente nesta empresa". E adivinha quem o marimbondo mandou demitir?
A formiga, claro, porque ela andava muito desmotivada e aborrecida.
Moral da história:
Tenho certeza que você está pensando: "já vi esse filme em algum lugar!"
Escrito por Oberdan Siqueira às 10h47
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A importância do "Não sei"
Se voce ainda não sabe qual é a sua verdadeira vocação, imagine a seguinte cena: Você está olhando pela janela, não há nada de especial no céu, somente algumas nuvens aqui e alí... aí chega alguém que também não tem nada para fazer e pergunta: - Será que vai chover hoje??? - Se você responder "com certeza"... a sua área é Vendas: - o pessoal de Vendas é o único que sempre tem certeza de tudo. - Se a resposta for "sei lá, estou pensando em outra coisa"... então a sua area é Marketing: - o pessoal de Marketing está sempre pensando no que os outros não estão pensando. - Se você responder "sim há uma boa probabilidade"... você é da área de Engenharia: - o pessoal da Engenharia está sempre disposto a transformar o universo em números. - Se a resposta for "depende"... você nasceu para Recursos Humanos: - uma área em que qualquer fato sempre estará na dependência de outros fatos. - Se você responder "ah, a meteorologia diz que não"... você é da área de Contabilidade: - o pessoal da Contabilidade sempre confia mais nos dados no que nos próprios olhos. - Se a resposta for "sei lá, mas por via das dúvidas eu trouxe um guarda-chuvas": - então seu lugar é na área Financeira que deve estar sempre bem preparada para qualquer virada de tempo.
Agora, se você responder "não sei"... há uma boa chance que você tenha uma carreira de sucesso e acabe chegando a diretoria da empresa. De cada 100 pessoas, só uma tem a coragem de responder "não sei" quando não sabe. Os outros 99 sempre acham que precisam ter uma resposta pronta, seja ela qual for, para qualquer situação. Não sei, é sempre uma resposta que economiza o tempo de todo mundo, e pré-dispõe os envolvidos a conseguir dados mais concretos antes de tomar uma decisão. Parece simples, mas responder "não sei" é uma das coisas mais difíceis de se aprender na vida corporativa. Por quê? Eu sinceramente "não sei". MAX GEHRINGER - Revista Exame
Escrito por Oberdan Siqueira às 13h38
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O MEDO CAUSADO PELA INTELIGÊNCIA
Quando Winston Churchill, ainda jovem, acabou de pronunciar seu discurso de estréia na Câmara dos Comuns, foi perguntar a um velho parlamentar, amigo de seu pai, o que tinha achado do seu primeiro desempenho naquela assembléia de vedetes políticas. O velho pôs a mão no ombro de Churchill e disse, em tom paternal:
" Meu jovem, você cometeu um grande erro. Foi muito brilhante neste seu primeiro discurso na Casa. Isso é imperdoável. Devia ter começado um pouco mais na sombra. Devia ter gaguejado um pouco. Com a inteligência que demonstrou hoje, deve ter conquistado, no mínimo, uns trinta inimigos. O talento assusta".
E ali estava uma das melhores lições de abismo que um velho sábio pode dar ao pupilo que se inicia numa carreira difícil.
A maior parte das pessoas encasteladas em posições políticas é medíocre e tem um indisfarçável medo da inteligência. Isso na Inglaterra. Imaginem aqui no Brasil. Não é demais lembrar a famosa trova de Ruy Barbosa:
Há tantos burros mandando
Em homens de inteligência
Que às vezes fico pensando
Que a burrice é uma Ciência.
Temos de admitir que, de um modo geral, os medíocres são mais obstinados na conquista de posições. Sabem ocupar os espaços vazios deixados pelos talentosos displicentes que não revelam o apetite do poder. Mas é preciso considerar que esses medíocres ladinos, oportunistas e ambiciosos, têm o hábito de salvaguardar suas posições conquistadas com verdadeiras muralhas de granito por onde talentosos não
conseguem passar.
Em todas as áreas encontramos dessas fortalezas estabelecidas, as panelinhas do arrivismo, inexpugnáveis às legiões dos lúcidos. Dentro desse raciocínio, que poderia ser uma extensão do 'Elogio da Loucura' de Erasmo de Roterdan, somos forçados a admitir que uma pessoa precisa fingir de burra se quiser vencer na vida. É pecado fazer sombra a alguém até numa conversa social.
Assim como um grupo de senhoras burguesas bem casadas boicota automaticamente a entrada de uma jovem mulher bonita no seu círculo de convivência, por medo de perder seus maridos, também os encastelados medíocres se fecham como ostras à simples aparição de um talentoso jovem que os possa ameaçar.
Eles conhecem bem suas limitações, sabem como lhes custa desempenhar tarefas que os mais dotados realizam com uma perna nas costas, enfim, na medida em que admiram a facilidade com que os mais lúcidos resolvem problemas, os medíocres os repudiam para se defenderem. É um paradoxo angustiante.
Infelizmente temos de viver segundo essas regras absurdas que transformam a inteligência numa espécie de desvantagem perante a vida.
Como é sábio o velho conselho de Nelson Rodrigues:
"Finge-te de idiota e terás o céu e a terra."
O problema é que os inteligentes gostam de brilhar. Que Deus os proteja.
O artigo tem mais de 25 anos. Foi escrito para o extinto Jornal da Bahia, em 1979. Mas parece que foi redigido hoje. O autor é José Alberto Gueiros. JORNAL DA BAHIA - Sábado , 23/09/79
Escrito por Oberdan Siqueira às 14h36
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Mudar é preciso, criar oportunidades também!
No mundo Corporativo as mudanças são constantes e quem não consegue se adequar, infelizmente acaba ficando para trás.
Baseado nessa máxima tão importante, o negócio é ficar ligado nas brechas que aparecem, pois em breve essas podem se tornar uma grande oportunidade.
Mas e quando essa oportunidade não aparece, o que fazer?
Bom o primeiro é analisar onde você está e onde você quer chegar!
Depois disso realize uma analise minuciosa no seu papel dentro da empresa e o que realmente te incomoda (chefe, oportunidades de carreira, ambiente, salário, e etc.). Conseguindo chegar em um denominador comum e se este for desfavorável à empresa. Bom ai não tem jeito o negócio é atualizar o currículo e ativar a rede de contatos, pesquisar em sites e agencias especializada.
O importante é criar oportunidades para o seu currículo cair no lugar certo e principalmente na hora certa. Sei que na teoria parece fácil, mas sabemos que não é, pois se fosse não teríamos tantos desempregados.
Por isso em quanto não aparece a “grande chance” da sua carreira, é bom acompanhar as mudanças da empresa para ser visto como um “rebelde corporativo”.
Nem sempre é fácil de aceitar as mudanças, departamentais ou estrutural, temos vários pontos desfavoráveis nesse momento, pois como dizia o meu antigo chefe, saímos da “zona de conforto”.
E como dói sair dessa posição é difícil se adaptar a uma nova metodologia de trabalho, isso além da insegurança natural, acaba gerando um aumento na pressão interna e externa (pois você acaba ficando mal e levando os problemas para casa) e sem dizer nas “picuinhas”.
Mas o importante é agüentar as “picuinhas” do dia a dia e tentar fazer o seu Marketing Pessoal, mostrando que você é um bom profissional e não está ali apenas por passagem.
Oberdan Siqueira
13/06/2006
Escrito por Oberdan Siqueira às 19h08
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Aprenda a Vender
Uma das frases mais infelizes proferidas por Peter Drucker, o badalado guru internacional de administração, é: "Marketing é tudo aquilo que se faz numa empresa para tornar vendas desnecessárias". Provavelmente, Drucker se referia ao esforço de pré-venda, mas levaram sua idéia ao extremo. Ninguém acha mais necessário vender à moda antiga, mostrando os detalhes do produto, suas funções e qualidades, ou respondendo às perguntas dos clientes. Para quê? Segundo a lógica vigente, com um bom diretor de marketing a empresa contratará uma brilhante agência de propaganda, que elaborará uma fantástica campanha de televisão, que por sua vez fará a cabeça dos consumidores, que arrombarão as portas dos supermercados, pegarão o produto direto da prateleira e o levarão sem questionamento ao caixa para o devido pagamento. Não há mais necessidade de vendedor. E a próxima etapa da estratégia já está em curso: eliminar até o supermercado ou o "ponto-de-venda" e passar a "vender" tudo pela internet. Nem o contato com o cliente será mais necessário.
Noventa e nove por cento dos sites de comércio eletrônico nem foto de seus produtos oferece – no máximo uma 3 por 4, feita de um lado só. Eles não têm telefone para tirar dúvidas antes da compra. É de propósito, pois não querem lhe vender nada, só querem que você compre tudo. Quando existe o telefone, não existe a telefonista. Em seu lugar, computadores, que mandam você apertar 1, 2, 3, 4 ou 5 para falar com ninguém. Mesmo as lojas especializadas, que vendem todos os produtos de um segmento específico, simplesmente disponibilizam uma enorme variedade de alternativas concorrentes, mas a maioria dos vendedores não tem a menor idéia das diferenças entre elas. Eles torcem para que "vendas sejam desnecessárias" e para que você não faça nenhuma pergunta complicada.
As empresas se esqueceram de como vender seus produtos e muitas delegaram essa função a uma empresa terceirizada de CRM (ou seja, de relacionamento com clientes). Rebaixaram o diretor de vendas ao nível de subgerente, confiaram nas promessas do marketing científico e da propaganda.
Estamos no caminho errado. Precisamos voltar a valorizar as equipes de vendas como se fazia no passado, voltar a contratar pessoas que saibam vender e não somente tirar pedidos.
Talvez essa seja a razão da queda da publicidade na maioria dos jornais e na televisão. Nem nossos comerciais sabem mais vender o produto, só sabem criar emoções, sensações positivas, marcas "amigas" ou "socialmente responsáveis". Vender o produto é hoje considerado démodé. A impressão que o consumidor tem é a de que todo produto é exatamente igual, o que muda são as "emoções" escondidas nos anúncios. Vende-se um estilo de viver, uma atitude perante a vida, mas o produto em si, nem pensar. Eu já ouvi, de um famoso publicitário, que empresas não deveriam mais vender o seu produto, mas sim a sua responsabilidade social. "Tem muito mais emoção", disse ele. A que ponto chegamos!
Por isso tem tanto consumidor confuso por aí, por isso há tanta gente postergando consumo, sem saber que produto comprar, como decidir entre as dezenas de alternativas, sem a informação necessária para avaliar.
Sempre recomendo aos filhos dos meus amigos que façam um curso de técnicas de vendas, qualquer que seja a profissão que pretendam seguir. Aqueles cursos bem pé-no-chão, dados antigamente a vendedores de enciclopédias. Recomendo também que façam um estágio numa loja de varejo para sentir o que é colocar a barriga num balcão. Saber vender e se vender é absolutamente essencial na vida. Costumo dizer que tímidos são aqueles que não aprenderam a se vender. Chatos são aqueles que se vendem demais. Se você é tímido, não se preocupe, um bom curso de técnicas de vendas resolverá o problema. Se você é um chato, não há solução.
Se a sua empresa não está crescendo, talvez o problema não seja a política econômica do ministro Palocci, a taxa de juros ou o câmbio. Provavelmente você é mais um daqueles que se esqueceram de que vendas é tudo aquilo que é preciso fazer para que uma venda seja concretizada.
Stephen Kanitz é administrador por Harvard (www.kanitz.com.br)
Editora Abril, Revista Veja, edição 1902, ano 38, nº 17, 27 de abril de 2005, página 18
Escrito por Oberdan Siqueira às 09h29
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A PERSISTÊNCIA
Um homem investe tudo o que tem numa pequena oficina. Trabalha dia e noite, inclusive dormindo na própria oficina. Para poder continuar nos negócios, empenha as jóias da própria esposa.
Quando apresentou o resultado final de seu trabalho a uma grande empresa, dizem-lhe que seu produto não atende ao padrão de qualidade exigido.
O homem desiste? Não!
Volta à escola por mais dois anos, sendo vítima da maior gozação dos seus colegas e de alguns professores que o tachavam de "visionário".
O homem fica chateado? Não!
Após dois anos, a empresa que o recusou finalmente fecha contrato com ele.
Durante a guerra, sua fábrica é bombardeada duas vezes, sendo que grande parte dela é destruída.
O homem se desespera e desiste? Não!
Reconstrói sua fábrica mas, um terremoto novamente a arrasa.
Essa é a gota d'água e o homem desiste? Não!
Imediatamente após a guerra segue-se uma grande escassez de gasolina em todo o país e este homem não pode sair de automóvel nem para comprar comida para a família.
Ele entra em pânico e desiste? Não!
Criativo, ele adapta um pequeno motor a sua bicicleta e sai às ruas. Os vizinhos ficam maravilhados e todos querem também as chamadas "bicicletas motorizadas". A demanda por motores aumenta muito e logo ele fica sem mercadoria.
Decide então montar uma fábrica para essa novíssima invenção. Como não tem capital, resolve pedir ajuda para mais de quinze mil lojas espalhadas pelo país.
Como a idéia é boa, consegue apoio de mais ou menos cinco mil lojas, que lhe adiantam o capital necessário para a indústria.
Encurtando a história: hoje a Honda Corporation é um dos maiores impérios da indústria automobilística japonesa, conhecida e respeitada no mundo inteiro.
Tudo porque o Senhor Soichiro Honda, seu fundador, não se deixou abater pelos terríveis obstáculos que encontrou pela frente.
Portanto, se você adquiriu a mania de viver reclamando, pare com isso! O que sabemos é uma gota d'água. O que ignoramos é um oceano.
Lembre-se, nosso dia não se acaba ao anoitecer e sim começa sempre amanhã, não se desanime, vamos acordar todo dia como se tivéssemos descobrindo um mundo novo.
" Autor desconhecido "
Escrito por Oberdan Siqueira às 12h30
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"Envelhecer" no emprego pode levar à demissão
A demissão é a principal fonte de desculpas para quem é pego de surpresa. Em vez de se perguntar se cometeram erros ou se podem melhorar no futuro, os ex-empregados tendem a citar a idade e a falta de treinamento oferecido pela empresa como razões que as levaram para a rua. Essa é a avaliação de Jefferson Motta Mendes, diretor da Vivali, editora eletrônica que fornece conteúdos para treinamento.
Enquanto estão na função, em vez de usar a alavancagem que a internet permite, se manter antenado com o mundo , fazer cursos on-line ou baixar e-books vinculados à profissão, muitos dos futuros demitidos preferem se distrair com joguinhos e trocas inconseqüentes de mensagens.
Ou seja, são partidários do "deixa a web me levar". Até serem substituídos por profissionais que se mantiveram "jovens" ao investir na atualização por conta própria.
Jefferson Motta diz que não acredita mais na desculpa de que o mercado não contrata "velhos de quarenta anos". Segundo ele, "o mercado substitui profissionais 'envelhecidos' de qualquer idade por outros que usam a tecnologia disponível para se atualizar".
Ficar brincando com computador, "deixar a web te levar", em vez de investir no que a tecnologia tem, é, além de perda de tempo, um risco muito grande de ser ultrapassado por outros concorrentes que estão em casa, nas lan houses e nas bibliotecas se aprimorando. Via internet.
A Vivali disponibiliza reciclagem profissional on-line e e-books. Seus principais clientes são profissionais médicos, autônomos, operadores e corretores da Bolsa de Valores, que investem cada segundo disponível para aprimorar seus conhecimentos.
Os internautas com menos de 50 anos são os que mais acessam o aprendizado on-line. Segundo Jefferson Motta , 37% dos que interagem com a Vivali têm entre 21 e 30 anos; 35%, entre 31 e 40 anos; 25%, entre 41 e 50%. As pessoas com mais de 50 anos respondem por 3% dos acessos e downloads de cursos ou e-books.
Ou seja, muitos profissionais acumulam experiência na função, mas se deixam "envelhecer" num mercado altamente competitivo, que muda e se recicla à uma velocidade espantosa. "Alguns cursos das principais entidades médicas brasileiras disponibilizados pela Vivali são retirados do ar antes de completar um ano, por serem considerados desatualizados", afirma.
Enquanto perdem o foco, os profissionais são vítimas de um "envelhecimento acelerado" dentro das corporações e nas respectivas funções. "Após a demissão, diante do espelho, o ex-empregado tenta se justificar alegando que a empresa não investiu em treinamento".
Mas a maioria, quando tinha crachá, só fazia cursos presenciais ou pela internet quando era obrigado pela empresa, constata o diretor da Vivali.
A fonte da juventude profissional, diz Jefferson Motta, está no computador de mesa de cada pessoa que ainda tem um crachá.
A empresa, afirma, vê mais vantagem na substituição de quem "envelhece" na função por um profissional mais agressivo, que soube se motivar e aprender e se manter "jovem".
E só vai manter o novo funcionário nos seus quadros se perceber que ele ou ela continua a investir na própria reciclagem. "Se cochilar e não aproveitar atualizações profissionais disponíveis dentro e fora do ambiente internet, a substituição é fulminante", avisa o diretor da Vivali.
Marco Roza dirige o projeto "Conhecimento Virtual" ( http://www.conhecimentovirtual.com.br ). Acesse o site e descubra que "o essencial você já sabe".
Escrito por Oberdan Siqueira às 11h16
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Você está despedido!
Você é diretor de uma indústria de geladeiras. O mercado vai de vento em popa e a diretoria decidiu duplicar o tamanho da fábrica. No meio da construção, os economistas americanos prevêem uma recessão, com grande alarde na imprensa. A diretoria da empresa, já com um fluxo de caixa apertado, decide, pelo sim, pelo não, economizar 20 milhões de dólares. Sua missão é determinar onde e como realizar esse corte nas despesas. Esse é o resumo de um dos muitos estudos de caso que tive para resolver no mestrado de administração, que me marcou e merece ser relatado. O professor chamou um colega ao lado para começar a discussão. O primeiro tem sempre a obrigação de trazer à tona as questões mais relevantes, apontar as variáveis críticas, separar o joio do trigo e apresentar um início de solução. "Antes de mais nada, eu mandaria embora 620 funcionários não essenciais, economizando 12 200 000 dólares. Postergaria, por seis meses os gastos com propaganda, porque nossa marca é muito forte. Cancelaria nossos programas de treinamento por um ano, já que estaremos em compasso de espera. Finalmente, cortaria 95% de nossos projetos sociais, afinal nossa sobrevivência vem em primeiro lugar". É exatamente isso que as empresas brasileiras estão fazendo neste momento, muitas até premiadas por sua "responsabilidade social". Terminada a exposição, o professor se dirigiu ao meu colega e disse: -Levante-se e saia da sala. -Desculpe, professor, eu não entendi - disse John, meio aflito. -Eu disse para sair desta sala e nunca mais voltar. Eu disse: PARA FORA! Nunca mais ponha os pés aqui em Harvard. Ficamos todos boquiabertos e com os cabelos em pé. Nem um suspiro. Meu colega começou a soluçar e, cabisbaixo, se preparou para deixar a sala. O silêncio era sepulcral. Quando estava prestes a sair, o professor fez seu último comentário: -Agora vocês sabem o que é ser despedido. Ser despedido sem mostrar nenhuma deficiência ou incompetência, mas simplesmente porque um bando de prima-donas em Washington meteu medo em todo mundo. Nunca mais na vida despeçam funcionários como primeira opção. Despedir gente é sempre a última alternativa. Aquela aula foi uma lição e tanto. É fácil despedir 620 funcionários como se fossem simples linhas de uma planilha eletrônica, sem ter de olhar cara a cara para as pessoas demitidas. É fácil sair nos jornais prevendo o fim da economia ou aumentar as taxas de juros para 25% quando não é você quem tem de despedir milhares de funcionários nem pagar pelas conseqüências. Economistas, pelo jeito, nunca chegam a estudar casos como esse nos cursos de política monetária. Se você decidiu reduzir seus gastos familiares "só para se garantir", também estará despedindo pessoas e gerando uma recessão. Se todas as empresas e famílias cortarem seus gastos a cada previsão de crise, criaremos crises de fato, com mais desemprego e mais recessão. A solução para crises é reservas e poupança, poupança previamente acumulada. O correto é poupar e fazer reservas públicas e privadas, nos anos de vacas gordas para não ter de despedir pessoas nem reduzir gastos nos anos de vacas magras, conselho milenar. Poupar e fazer caixa no meio da crise é dar um tiro no pé. Demitir funcionários contratados a dedo, talentos do presente e do futuro, é suicídio. Se todos constituíssem reservas, inclusive o governo, ninguém precisaria ficar apavorado, e manteríamos o padrão de vida, sem cortar despesas. Se a crise for maior que as reservas, aí não terá jeito, a não ser apertar o cinto, sem esquecer aquela memorável lição: na hora de reduzir custos, os seres humanos vêm em último lugar.
Stephen Kanitz
Artigo Publicado na Revista Veja, edição 1726, ano 34, nº45, 14 de Novembro de 2001.
Escrito por Oberdan Siqueira às 17h11
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Um verdadeiro Boina Verde
Peço licença a todos, pois desejo homenagear um amigo que mora no meu coração, prometo ser breve nessa pequena historia...
Era uma vez um menino que morava em Santana do Livramento, uma cidade do Rio Grande do Sul que faz divisa com o Uruguai. Ele tinha um sonho de ser pastor e por isso saiu muito jovem de sua cidade para se preparar em um seminário para o futuro oficio.
Passou por inúmeras dificuldades, mas nunca perdeu a esperança de salvar a si mesmo e principalmente as pessoas que ele amava. Depois de muitas dificuldades no seminário, cresceu e se formou. Mas em vez de surgir um pastor , nasceu um formador de opinião, onde em poucos anos lideraria uma legião de jovens cristãos com ou sem perspectiva de vida.
Liderou os jovens, mostrou o significado de parceria e amizade, mas muito sofreu com sua forma de pensamento, pois os “grandes lideres” acreditavam em exatamente o oposto dele.
Mas a lenda de liderança sobreviveu e se voltou para o mundo dos negócios, nunca se esquecendo de sua facção cristã, em poucos anos construiu um patrimônio invejável para seus concorrentes e antigos lideres espirituais. Reza a lenda em sua cidade que ele pregou o cristianismo com atitudes e não com palavras e que conseguiu fazer um ateu (ex-cristão) se converter novamente e não esquecer da palavra de Cristo e nem nas palavras de fidelidade e amizade.
Disse também que muitos cristãos atiram nos seus próprios feridos, mas ele sempre se preocupou em tratar essas feridas não jogando mais dor, mas tratando com amizade e solidariedade. Isso fez com que ele criasse uma forma muito particular de pregar o evangelho, pois não usava palavras e sim atitudes cristãs, mesmo sabendo que o cristianismo contemporâneo não usava dessas armas.
Todos que andaram com ele tiveram um futuro brilhante, pois a forma particular de pensamento é como uma doença que te contagia e vira uma verdade em seu coração. Não importa o que pensem ou façam, o importante é nunca contrariar os principios que Deus utilizou desde os priomordios do mundo.
Essa foi a maior lição que esse narrador aprendeu, vi e ouvi muitas historias e em todas posso dizer que as verdades pregadas seja do cristianismo ou de amizade forma fundamentais para a transformação da minha personalidade de hoje.
Muitos lideres, empresarios, colegas e companheiros o invejam, mas eu o considero o melhor de todos os amigos e companheiros; esse Wolverine brasileiro é casado com a mulher de seus sonhos e tem a herdeira que sempre sonhou.
Posso dizer depois de quatro anos de amizade e fidelidade (mesmo a distancia) é obrigado por acreditar nesse pequeno e rebelde companheiro de lutas e alegrias, feliz 2006, meu velho!
Do seu companheiro de guerra.
Oberdan Siqueira
01/01/2006
PS: Os boinas verdes nunca morrem, eles se reagrupam no inferno para atormentar o diabo!
Escrito por Oberdan Siqueira às 20h31
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Eu tenho um sonho para 2006
Natal é uma época de paz, alegria e perdão; época de lembrarmos do nosso salvador e das coisas boas que podemos realizar para os outros. Analisando esse contexto faço a seguinte pergunta:
- Porque não podemos ter o espírito natalino o ano todo?
Baseado nisso sugiro uma campanha para mobilizarmos todas as classes sociais, através de doações de roupas, alimentos e dinheiro.
Vamos ajudar as pessoas que tem muito pouco a ter um pouco mais todas as noites e não apenas na noite de natal.
Por isso tomo a liberdade de perguntar mais uma vez:
Você já parou para pensar como esses pais, mães, tios, avós se sentem em ter tão pouco ou nada para oferecer os seus filhos, sobrinhos e netos?
Sei que é difícil, mas se coloque no lugar de quem não tem nada na panela e filhos famintos suplicando por um pouco de comida...
Pensou?
Se ficar com um nó na garganta é porque pensou da mesma forma que eu, então vamos mobilizar nossas famílias para um bem comum que é ajudar essas pessoas que não tem nada.
Nesse momento me sinto tentado em parafrasear o discurso de Martin Luther King, onde ele diz ter um sonho.
Eu digo a você hoje, meus amigos, que embora nós enfrentemos as dificuldades de hoje e amanhã. Eu ainda tenho um sonho. É um sonho profundamente enraizado na sede de buscar um novo tempo, onde poderemos transformar em realidade as promessas de democracia.
Um tempo para erguer nossa nação das areias movediças da injustiça social para a pedra sólida da fraternidade. Um tempo para fazer da justiça uma realidade para todos os filhos de Deus.
Eu tenho um sonho de um dia ver esta nação se levantar e viver o verdadeiro significado de sua crença. Nós celebraremos estas verdades e elas serão claras para todos!
Eu tenho um sonho, onde as crianças vão um dia viver em uma nação onde elas não serão julgadas pela cor da pele, ou condição social, mas pelo conteúdo de seu caráter.
Eu tenho um sonho onde crianças ricas e pobres brincando juntas sem o menor preconceito de raça ou posição social, gostaria de ver pessoas de classe alta convivendo e ajudando pessoas menos abastadas.
Esta é nossa esperança; com esta fé nós poderemos cortar da montanha do desespero uma pedra de esperança.
Com esta fé nós poderemos transformar as discórdias estridentes de nossa nação em uma bela sinfonia de fraternidade.
Com esta fé nós poderemos trabalhar rezar, lutar, defender a justiça social juntos!
Oberdan Siqueira
Escrito por Oberdan Siqueira às 17h13
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EU TENHO UM SONHO
"Eu estou contente em unir-me com vocês no dia que entrará para a história como a maior demonstração pela liberdade na história de nossa nação.
Eu digo a você hoje, meus amigos, que embora nós enfrentemos as dificuldades de hoje e amanhã. Eu ainda tenho um sonho. É um sonho profundamente enraizado no sonho americano.
Eu tenho um sonho que um dia esta nação se levantará e viverá o verdadeiro significado de sua crença - nós celebraremos estas verdades e elas serão claras para todos, que os homens são criados iguais.
Eu tenho um sonho que um dia nas colinas vermelhas da Geórgia os filhos dos descendentes de escravos e os filhos dos desdentes dos donos de escravos poderão se sentar junto à mesa da fraternidade.
Eu tenho um sonho que um dia, até mesmo no estado de Mississippi, um estado que transpira com o calor da injustiça, que transpira com o calor de opressão, será transformado em um oásis de liberdade e justiça.
Eu tenho um sonho que minhas quatro pequenas crianças vão um dia viver em uma nação onde elas não serão julgadas pela cor da pele, mas pelo conteúdo de seu caráter. Eu tenho um sonho hoje!
Eu tenho um sonho que um dia, no Alabama, com seus racistas malignos, com seu governador que tem os lábios gotejando palavras de intervenção e negação; nesse justo dia no Alabama meninos negros e meninas negras poderão unir as mãos com meninos brancos e meninas brancas como irmãs e irmãos. Eu tenho um sonho hoje!
Eu tenho um sonho que um dia todo vale será exaltado, e todas as colinas e montanhas virão abaixo, os lugares ásperos serão aplainados e os lugares tortuosos serão endireitados e a glória do Senhor será revelada e toda a carne estará junta.
Esta é nossa esperança. Esta é a fé com que regressarei para o Sul. Com esta fé nós poderemos cortar da montanha do desespero uma pedra de esperança. Com esta fé nós poderemos transformar as discórdias estridentes de nossa nação em uma bela sinfonia de fraternidade. Com esta fé nós poderemos trabalhar juntos, rezar juntos, lutar juntos, para ir encarcerar juntos, defender liberdade juntos, e quem sabe nós seremos um dia livre. Este será o dia, este será o dia quando todas as crianças de Deus poderão cantar com um novo significado.
"Meu país, doce terra de liberdade, eu te canto.
Terra onde meus pais morreram, terra do orgulho dos peregrinos,
De qualquer lado da montanha, ouço o sino da liberdade!"
E se a América é uma grande nação, isto tem que se tornar verdadeiro.
E quando isto acontecer, quando nós permitimos o sino da liberdade soar, quando nós deixarmos ele soar em toda moradia e todo vilarejo, em todo estado e em toda cidade, nós poderemos acelerar aquele dia quando todas as crianças de Deus, homens pretos e homens brancos, judeus e gentios, protestantes e católicos, poderão unir mãos e cantar nas palavras do velho spiritual negro:
"Livre afinal, livre afinal.
Agradeço ao Deus todo-poderoso, nós somos livres afinal."
Martin Luther King, 23 de agosto de 1963 (Lincoln Memorial, Washington D.C.)
Discurso integral - http://www.portalafro.com.br/religioes/evangelicos/discursoking.htm
Escrito por Oberdan Siqueira às 15h38
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Cardápio CPI
Não quero generalizar, mas a grande maioria dos funcionários públicos seja eles, contratados por concurso, até aqueles que elegemos, seguem a risca a lei de Gerson. A maioria só quer tirar vantagem da estabilidade de carreira, sem dizer nos benefícios que englobam desde Vale Alimentação até propinas e esquemas escusos.
Sim, vocês não sabiam mas os “esquemas” e pagamentos de “comissões” já fazem parte do pacote de benefícios do funcionalismo publico.
Fico imaginando a seguinte tabela de preços:
Com 5 anos de carreira a comissão pode variar de 10% a 15% do esquema.
Chegando, nos 10 anos de carreira, a taxa sobe para 16% a 20% (logicamente que o conhecimento e a experiência contam muito e por isso a valor da taxa tem que ser mais alta).
Agora se o cidadão tiver mais de 15 anos de carreira; ai sim pode pedir para o seu doleiro de confiança transferir os Beijamin’s (nota de 100,00 dólares) para algum paraíso fiscal, pois o esquema será bem caro.
Mas não ache que é complicado, pois é como pedir vinho ou whisky:
- Por favor, me traga um Juiz de 20 anos!
Mas o grande nicho de mercado é ser eleito pelo povo, esse sim recebe a garantia que está acima do bem ou do mal. Qualquer falcatrua ou cafagestagem é perdoada, pois no momento de depor é só dizer que não estava no local ou não se lembra dos fatos, ouvi até um dizendo que estava bêbado e por isso sua noção de lógica foi alterada.
Entrar nesse tipo de negocio, pode ser muito lucrativo, pois investindo alguns milhões de reais, o retorno do investimento é certo, além é claro, do lucro que pode chegar a bilhões. O grande detalhe é que isso acontece em no mínimo 4 anos.
E se um dia a casa cair, não se aflija, pois temos as CPI’s, que não servem para nada a não ser para confundir o povo em meio de enxurradas de acusações e depoimentos evasivos.
A maior prova disso é que nenhuma pessoa do grande esquema do mensalão foi presa, pois afinal o serviço é garantido, ou seja, não fica nenhum rastro de pista, mas apenas fumaça da falcatrua. Afinal todas as comissões e taxas administrativas do esquema já foram devidamente pagas.
Os investigadores desta sagaz CPI têm tanta culpa no cartório quanto os Srs. Delubio Soares, Silvinho Pereira ou Marcos Valério, a diferença entre os acusados e acusadores é apenas o sotaque, tipo físico (gordo, magro, alto e baixo), usa ou não barba, alfabetizado ou analfabeto funcional.
E enquanto nós pobres mortais vivemos apertando os cintos e torcendo para que sejamos menos roubados.
Oberdan Siqueira
12/11/2005
Escrito por Oberdan Siqueira às 16h25
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QUEM TEM DÓ DE ANGU NÃO CRIA CACHORRO
Alguns devem se lembrar que "angu de cachorro" era o nome de uma mistura feita com fubá e restos de comida que se dava para os cachorros. Logo, quem quizesse criar cachorro, não poderia ter dó de gastar fubá ou de fazer angu.
Quando reclamávamos de alguma coisa- do emprego, da falta de tempo, de ter que viajar muito, etc.- houvíamos nossos avós dizerem: "Quem tem dó de angu não cria cachorro !"
Hoje vejo como é certo esse velho ditado. Vejo pessoas reclamando de coisas que são absolutamente inerentes à sua profissão, situação, condição ou mesmo região.
Vejo médicos reclamando de ter que atender chamados de madrugada; pilotos reclamando de viajar muito; donos de restaurante reclamando de trabalhar nos finais de semana; professores reclamando de ter que corrigir provas; residente do norte ou nordeste reclamando do calor e residentes do sul reclamando do frio e até empresários reclamando de ter clientes...
Enfim. Boa parte das pessoas parece não entender que não dá para "ter dó de angu e querer criar cachorro". Assim, por exemplo, se você não quer ter dores de cabeça e quer viver uma vida tranqüila, não pode ser empresário. Se quer ser promovido em seu emprego, precisa se comprometer-se mais. Se quer ter uma velhice com conforto, precisa poupar durante toda a vida. E assim por diante.
Se você não quer atender doentes, abandone a medicina. Se não agüenta o calor, mude-se para uma região mais fria. Se quer ter todos os fins de semana para passar com sua família, venda o seu restaurante. Se não suporta corrigir provas, deixe de ser professor. Se não quer lidar com clientes, empregados e fornecedores, venda sua empresa.
Você tem três opções: a) assuma e enfrente a realidade b) mude a realidade ou c) pare de reclamar. Não dá para ter só benefícios e vantagens de alguma profissão, empresa ou lugar. Se você é vigia noturno, não reclame de passar a noite acordado.
Lembre-se: "Quem tem dó de angu, não cria cachorro !"
Pense nisso. Sucesso !
(Artigo do Prof. Luiz Marins publicado na revista da TAM)
Escrito por Oberdan Siqueira às 21h47
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Base Militar Americana no Paraguai
No mês de julho de 2005 os EUA inauguraram uma base militar dentro do Paraguai e estacionaram ali 400 soldados.
Pergunta-se:
1) Porquê uma base militar americana no Paraguai?
2) Porquê a imprensa brasileira (especialmente a Globo, já que é quase um monopólio) e latino americana em geral não noticiaram o fato?
3) O que podem os americanos terem levado para o Paraguai? Mísseis? Material atômico?
O Brasil está em cima do Aquífero Guarani (o maior do mundo), tem a quinta maior reserva de Urânio do mundo e a Amazônia está na mira dos americanos há muito tempo. Por muito menos invadiram o Iraque, passando por cima da oposição da França, da Alemanha e da Rússia.
A oposição de países europeus se deve certamente ao fato de que já notaram que a máfia e ultra direita instalada no Governo americano e na CIA já está colocando em prática seus planos de dominação elaborados desde o fim da Segunda Guerra Mundial.
Alguém pode pensar: - Que exagero!
Agora pergunto: - Por acaso você viu alguma coisa na imprensa brasileira a respeito da base militar americana no Paraguai?
Esse silêncio me assusta. Eu só vi uma nota muito pequena no "site" da Folha de São Paulo noticiando um discurso de Fidel Castro, onde o governante cubano, inegavelmente lúcido, fala sobre o assunto com grave veemência: Forças militares dos EUA podem intervir no Brasil; diz Fidel Castro
Se você preferir, entre no seguinte link: http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u86136.shtml
Agora me pergunto, porque agora o supremo esta solicitando o desarmamento, meio caído do céu?
Um povo sem arma é um povo de joelhos.
Dia 22/10 vote NÃO!
(OS)
Escrito por Oberdan Siqueira às 17h26
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